O direito do Aborto em casos específicos tem que ser mantido.


Nós, mulheres de vários lugares e estados do Brasil, parlamentares e representantes de entidades, somos contra a votação da PEC 181/2011 do jeito que está. A proposta torna ilegal a interrupção da gravidez mesmo nos casos hoje permitidos por lei – em casos de estupro, anencefalia do feto e risco de vida da gestante. Assim, solicitamos ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para que não permita essa votação e ele se comprometeu com isso!

Na verdade, essa PEC tratava da ampliação de direitos trabalhistas, como o aumento do tempo da licença-maternidade para mulheres que tiveram filhos prematuros. E, saindo completamente desse tema, foi modificada na comissão especial, criminalizando qualquer tipo de aborto em desobediência à atual legislação do País.

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