Por Laura Carneiro: De olho no mosquito!

Laura Carneiro - não podemos relaxar no combate ao Aedes Aegypti

Mesmo com a chegada do frio, não podemos relaxar no combate ao Aedes Aegypti. Esse mosquito tão pequenino, que tem feito um enorme estrago na vida de muitos brasileiros, é o grande vilão da saúde pública. A lista de doenças transmitidas por ele é grande – dengue, chikungunya e a zika, transmissora da microcefalia, e os estudos continuam.

O município do Rio de Janeiro teve o maior registro de casos no auge do verão, na terceira semana de fevereiro, com 2.116 confirmações. Nas semanas posteriores, os dados caíram, chegando a 208 casos notificados em maio, o que representa uma redução de 90%. Apesar da redução das infecções, as temperaturas altas, mesmo no inverno carioca chuvas ainda representam risco com a proliferação do mosquito.

>> Prevenção e saúde
É muito importante continuar o trabalho de destruição de criadouros do mosquito, nada de água parada em pneus e vasos de plantas, caixas-d’água descobertas e afins. No caso de gestantes, proteções como o uso de repelentes e roupa de mangas e calças compridas são essenciais. A instalação de telas em portas e janela também é recomendada!
Embora todas as esferas de governo tenham se esforçado no combate ao mosquito, uma determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) garante, a partir do dia 6 de julho, que planos de saúde ofereçam a cobertura para detecção do vírus zika. Os exames deverão ser oferecidos a gestantes, bebês filhos de mães com diagnóstico de infecção e recém-nascidos com malformação.

Saiba tudo sobre o combate ao mosquito da dengue em: www.riocontradengue.com.br

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