Laura Carneiro no combate a violência contra a mulher

Laura Carneiro no combate a violência contra a mulher

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou um estudo impressionante sobre o estupro: 21% dos casos na Cidade do Rio são estupros coletivos. A Deputada Laura carneiro luta muito contra a violência sexual e é membro efetivo da Subcomissão Permanente de Combate ao Estupro. Entre muitas de suas ações, apresentou o Projeto de Lei que aumenta o prazo para progressão de regime aos condenados por esse crime e por estupro de vulnerável. De acordo com a parlamentar é preciso muito mais para a prática sexual; “É preciso consentimento para fazer sexo! É preciso uma forma de amor e todo o respeito para as relações físicas entre as pessoas!”, afirmou Laura.

A Deputada esteve na linha de frente das investigações da Comissão Externa sobre o estupro coletivo da jovem de 16 anos, em Jacarepaguá. Em reunião no Palácio das Laranjeiras, propôs ao Governo do Rio e à cúpula da Polícia Civil a requalificação de pessoal das 14 Delegacias e dos Núcleos de Atendimento à Mulher. Laura afirma que o combate a violência contra a mulher é permanente. Ela também é relatora em Plenário do Substitutivo ao Projeto 3792, que estabelece o sistema de garantia de direitos de crianças e adolescentes vítimas e testemunhas de violência.

Laura faz ainda um apelo, “Colaborem com novas proposições nesse campo. Vamos continuar o trabalho intenso pelo respeito, cuidado e amorosidade na hora do sexo!”, concluiu.

Compartilhe

TwitterFacebookGoogle+Pin It

1 Comentário para "Laura Carneiro no combate a violência contra a mulher"

  1. Sou de natal RN e lhe admiro bastante. Éque suas propostas em combate a violência na mulher e violência na terceira idade me chamou atenção por ser vítima de estupro coletivo na terceira idade . A denúncia foi arquivada por achar absurdo. mas hoje todos sabem e que meu vizinho alegou ter himem complacente e com boa noite Cinderela fez isso. sofro até hoje com feminicidio com funcionários segurancá de Shop supermercados etc.protocolo435629aarquivado nas minorias coordenação

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *